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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Ter ou não ter, eis a (grande) questão...

Que olhar meigo...

Davi e os Golias!!...

cale-se, cale-se,cale-se, você me deixa louuuuccoo!!

Ei!! eu conheço alguém parecido, mas não lembro de onde, né Dani Moura??


o Gato do Facebook

"O policial perguntou para a vitima: - sim, e o Sr. saberia descrever o esquilo que o atacou?"


Eu estou pensando seriamente em levar um cãozinho pra casa. Sério.

Quando eu era pequena, tivemos de tudo: peixe de aquário, periquito, pintinho, galinha, galo, pato, coelho, cachorro, gato. EU preferencialmente me dou melhor com cães do que com gatos, acho que mesmo tomando banho de lingua, sempre fica "um pouco de perfume"(e outras coisinhas mais) entre os fios.Minha irmã morria de medo de pintinho e eu aproveitava para "sapecar" uns nela, e alguns pobres coitados saíram pisoteados nessa estória...Lembro da casa de um tio meu que sempre que eu ia lá com a mamãe, tinha um pavão (ou era peru?) no quintal que sempre me "perseguia" se eu botasse os pés lá, dos filhotinhos de coelho agarrados na mãe (tão pequeninos e rosinhas, sem pêlo nenhum, tipo filhotinho de canguru, sabe?), de uma cachorra de um outro tio meu que até hoje, "se mija" de felicidade toda vez que vai gente na casa e de um papagaio que, de tanto escutar nós chamarmos nossa irmã, acabou gravando o nome dela, e chorava chamando por ela todas as tardes: PAULAAAAAA, paula, paula, PAAAAuulAAAAAA...

Lembro que uma vez eu quis ter um cavalo ou um pônei. perguntei pra minha mãe se a gente podia pedir um na "porta da esperança" pro Silvio Santos, mas me peguei depois com outra preocupação: onde colocar e alimentar um animal destes (e eu só tinha 12 anos)?? lembro que eu achava engraçado ter uma cobra em casa, mas nunca fui de frescurites com os animais, tipo "ai, que barata horrorosa", sabem? osga então, nunca me incomodou, tampouco aranha, besouro, formiga...mas até o dia em que um ratão de rua entrou em casa, depois que uma noite chuvosa que encheu o cano de escoamento que dava para a rua...a cachorra sempre latia para dentro de casa, de madrugada, e eu vendo vultos pelo chão da casa toda noite, comecei a me preocupar...até que uma bela noite, lá estava ele, ratão grandão me olhando no canto da sala, eu peguei a vassoura e dei tanto na cabeça dele que meu braço doia no final...nunca vou me esquecer do nojo que senti!!!

Ai, por estes tempos, vendo Sara interagir mais com a nossa cadela Minie, mas sempre levando a "menos pior" nessa interação ( nossa cadela se restringe a mostrar os dentes e espirrar arfando, se não está a fim de brincar) eu venho pensando: A Minie já é uma "senhora idosa", não está mais a fim de brincar saltitando e dando grunidos e respondendo aos gritinhos de prazer da Sara...seria melhor um cãozinho do mesmo "tamanho e idade"(metaforicamente falando), para ela aprender essas pequenas coisas boas, poder passar a mão no bichinho sem medo de levar uma mordida ou aranhão, poder deixar-se lamber pelo bichinho ou ficar só olhando ele "se descobrir" no mundo também...que aprendizado seria para ela!!! 

Será que aqui tem alguém que alugaria um bichinho para esse fim, a exemplo do que os japoneses / chineses fazem (vi uma reportagem na Record), tipo "alugar" um bichinho só para passear? também não sei se daria certo, afinal a questão emocional envolvida é tão grande, talvez Sara ficasse supertriste em ver o cãozinho ir embora depois...Nós brasileiros somos tão "emocionais"!...

Espero resolver logo essa questão :)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

QUAL È A (SUA) MÚSICA??


Parafraseando um conhecido e querido apresentador de TV, lhe pergunto: Oual o lugar da Música na sua vida? em que parte dela você mais se atentou  e o que ela te inspirou a fazer?

Eu sou da época em que músicas tinham Letras. Sim, porque hoje em dia, basta um batidão qualquer fazer sucesso para você chamar de música. As MÙSICAS (em maúisculas, sim, desculpem quem se ofender, mas vamos e convenhamos, né?) da minha época falavam de amor, de esperança, de vitória, de revezes, mas de crescimento pessoal também. É, eu sou das antigas, que gosta de entender a canção, e principalmente, lembrar dela na minha vida. 

Eu mesma, por exemplo, não tenho música de casamento, aquela música que o casal diz: "olha, estão tocando a NOSSA música". Até hoje não sei porque, mas talvez seja porque a pessoa que hoje é meu esposo e os momentos que compatinhamos juntos sejam algo muito mais forte que uma música. Ele diz que para ele, "Lea" do TOTO é a nossa música, mas eu não me sinto bem quando a escuto...sua melodia lembra algo pesado, triste, de uma época que para mim não foi muito legal. Quando eu fazia o convênio ( leia-se 3º ano do antigo 2º grau), tinha uma música que me marcou profundamente, não pela letra em si (porque eu não sabia toda) mas sim pelo seu refrão:

"... Pois se eles querem meu sangue,
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim(...)"
   
E ela foi muito importante para mim. Ela me inspirou em muitas das vezes que eu fraquejava, em que eu acreditava que não merecia o que de bom vinha ao meu encontro, ou nas vezes em que eu sentia a inveja ao meu redor e não podia fazer nada para mudar...eu pensava nesse refrão e me tornava mais forte a cada vez que o repetia para mim mesma.  Esse era meu escudo, meu mantra, minha espada. Era ele que me alavancava, me dava forças, me fazia me empenhar melhor naquilo que era importante. Foi assim que eu passei a separar o que é urgente do que é importante ou do que não tem tenta relevãncia assim, e me fez focar em meus objetivos e alcançar minhas metas. Foi a pior época da minha vida, em fragilidade, em intensidade de sentimentos, mas também foi a que mais me fez refletir e me descobrir, como ser humano, mulher e ser infinito que sou!! E que os percalços desta vida nada mais são do que lições de casa, que devemos enfrentar e vencer, porque afinal de contas, DEUS não nos daria um fardo tão grande, se não soubesse que poderíamos carregá-lo, não é? 

A pouco tempo, alguém me deu de presente a letra completa dessa música...e já na primeira lida que dei, na primeira linha desse encontro de mim comigo mesma, a única coisa que eu conseguia fazer era chorar, tamanho o choque de ver minha vida ali , resumida naquelas poucas palavras!!!! Era incrivel como eu tinha acertado em fazer do refrão daquela música, minha "forma de vida", digamos assim...foi devastador!!! Sim, as palavras movem montanhas... e movem vidas...seja numa canção, ou numa oração.

Acho que foi em algum Roberto Shinyashiki que li: "De tudo o que acontece na sua vida, você é responsável por 80%. os outros 20% dependem dos outros". Eu tenho feito meus 80%, e no meu caso, saber " QUAL ERA A MINHA MÚSICA", me ajudou bastante, seja na vida, seja no coração...e você?


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Jé pedindo licença á Banda, obrigada por tudo.

Querem Meu Sangue

Cidade Negra

Dizem que guardam bom lugar pra mim no céu
Logo que eu for pro beleléu.
A minha vida só eu sei como guiar
Pois ninguém vai me ouvir se eu chorar.
Mas enquanto o sol puder arder
Não vou querer meus olhos escurecer

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.

Meus inimigos tentam sempre me ver mal,
Mas minha força é como o fogo do Sol.
Pois quando pensam que eu já estou vencido
É que meu ódio não conhece o perigo.
Mas enquanto o Sol puder brilhar
Eu vou querer a minha chance de olhar.

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.

E eu vou lutar pra ter as coisas que eu desejo.
Não sei do medo, amor, pra mim não tem preço
Serei mais livre quando não for mais que osso,
Do que vivendo com a corda no pescoço.
Mas enquanto o Sol no céu estiver
Eu vou fechar meus olhos quando quiser.

Pois se eles querem meu sangue
Verão o meu sangue só no fim.
E se eles querem meu corpo
Só se eu estiver morto, só assim.